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Sul América economiza US$ 9 milhões com projeto de gerenciamento eletrônico
Agilidade e redução de custo foram os principais ganhos com a automatização dos processos de sinistro e orçamento na seguradora
Para quem já viveu a desagradável experiência de acionar a seguradora de automóvel por conta de um sinistro, sabe quantos detalhes são necessários para que tudo seja resolvido e o tempo que isso leva. "Cada processo era uma pastinha que ficava indo e vindo para todos os locais envolvidos no sinistro. E como, 25% de nossas ocorrências acontecem fora do Rio e São Paulo, nossas centrais, imagine o quanto demorava", exemplifica Vladimir Sousa, superintendente de TI da unidade de negócio seguro automóvel e massificados da Sul América.
Mas o que desencadeou a busca por um gerenciamento eletrônico totalmente paperless deste processo foi o início da virada do dólar, no final de 99. A companhia usava as máquinas Polaroid para anexar as fotos aos processos e com o aumento crescente da diferença cambial com o real, este custo ficou impraticável. "Cada sinistro leva em média cinco fotos e temos uma média anual de 170 mil ou 70 mil fotos/mês. Isso somado aos 300 mil documentos/mês chegamos a uma soma estratosférica", lembra Sousa.
Neste momento a área de tecnologia da informação foi acionada e desta necessidade nasceram fases um e dois do projeto de gestão eletrônica de documentos. "A fase um foi a de pasta eletrônica, quando adquirimos máquinas digitais Canon para substituir a Polaroid e tornar tanto as imagens quanto os documentos em formato eletrônico", conta o superintendente. Isto gerou uma economia de US$ 1,5 milhão à seguradora.
A segunda fase foi a de adequação eletrônica. Além da economia de US$ 7,5 milhões, a empresa agilizou processo, que passou das iniciais 48 horas para 24 horas de resolução hoje. "E com a melhoria da telefonia móvel, esperamos chegar no limite de operar online", adianta o executivo.
Fonte: IT Web
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